Um dia de branco que a fé impôs
Mais mil pensamentos na cabeça e um bocado de alegria no coração
Um coração em paz e músicas querendo derrubar o muro que construí contra o passado
Ah...tá vendo que eu finalmente finalmente??
Num tá vendo?
rs
Num tá vendo que a vida é leve também?
rs
Sim ... advertimos aqui: química no cabelo faz mal pra saúde!
Descobri hoje a tarde depois que "encurteci" o juízo ... fique esperto.
"sigo cantando, passo, compasso, passando, vivendo, sempre cantando/
assim como um pássaro que tem lá no Sertão e que se chama Sofrê, mas que também de alegria sabe cantar/
laralaiá, que alegria cantar porque sei, que a dor não tem lugar permanente no coração de ninguém..."
(Moraes Moreira)
assim como um pássaro que tem lá no Sertão e que se chama Sofrê, mas que também de alegria sabe cantar/
laralaiá, que alegria cantar porque sei, que a dor não tem lugar permanente no coração de ninguém..."
(Moraes Moreira)
24.9.10
14.9.10
Sabe?
Não deixarei que vocês manipulem vida que é minha
Que me façam de fantoches risonhos e de coração bom
Não deixarei que seus pensamentos sejam os meus pensamentos
...
Não!
Ouça meu grito de alforria: nããããããããããããõoooo!!!!!
Tudo turvo...denso...intenso...confuso...
E daquilo que chamei de amor, de vontade de fazer o outro feliz , de desejo, de paixão...
ficou o amargo destes dias tristes.
Ah...sou sim: puta, egoísta, mimada, livre, desatinada ... sou isso tudo e muito mais ...
...
mais, mais, mais ... mas amei demais!
E eu nem sei que sentimento mais mora em mim ...
Arnaldo lindo ainda traz música do coração:
Não deixarei que vocês manipulem vida que é minha
Que me façam de fantoches risonhos e de coração bom
Não deixarei que seus pensamentos sejam os meus pensamentos
...
Não!
Ouça meu grito de alforria: nããããããããããããõoooo!!!!!
Tudo turvo...denso...intenso...confuso...
E daquilo que chamei de amor, de vontade de fazer o outro feliz , de desejo, de paixão...
ficou o amargo destes dias tristes.
Ah...sou sim: puta, egoísta, mimada, livre, desatinada ... sou isso tudo e muito mais ...
...
mais, mais, mais ... mas amei demais!
E eu nem sei que sentimento mais mora em mim ...
Arnaldo lindo ainda traz música do coração:
8.9.10
A rede.
Um círculo de pessoas mal amadas e que amam demais com seus traumas e paranóias de gente mal resolvida se pegando, se comendo, se chupando ...
Um rebanho de belezas pré moldadas e de sentimentos escondidos por trás de festas de largo, de cervejas, de camparis ...
E eu aqui, vivendo a intensidade de querer cuidar do outro, viver o outro, sentir o outro ... romantismo besta que acompanha minha alma...
Ah! E quem sou eu pra falar de amor?
Quem sou eu pra falar de cuidados?
Eu não soube cuidar de mim quando te conheci. Permiti que entrasse...permiti que achasse que sou sexo, que sou pele...
Porra nenhuma!
Eu sou carinhos de madrugada, sou a vontade de caminhar junto e mais um monte de coisinhas companheiras que a vida não soube me ensinar...
Eu sou a contradição ... a perdição e a insanidade ... mas ...
...
você não soube me enxergar e fez congelar meu coração.
E pior ... ainda vai achar que esta carta nem é pra você ... em você ... de você ...
.
( e ainda quero sentar e tomar a cerveja do passado contigo ... pra curar este tempo que ainda arde em nós ... )
Um círculo de pessoas mal amadas e que amam demais com seus traumas e paranóias de gente mal resolvida se pegando, se comendo, se chupando ...
Um rebanho de belezas pré moldadas e de sentimentos escondidos por trás de festas de largo, de cervejas, de camparis ...
E eu aqui, vivendo a intensidade de querer cuidar do outro, viver o outro, sentir o outro ... romantismo besta que acompanha minha alma...
Ah! E quem sou eu pra falar de amor?
Quem sou eu pra falar de cuidados?
Eu não soube cuidar de mim quando te conheci. Permiti que entrasse...permiti que achasse que sou sexo, que sou pele...
Porra nenhuma!
Eu sou carinhos de madrugada, sou a vontade de caminhar junto e mais um monte de coisinhas companheiras que a vida não soube me ensinar...
Eu sou a contradição ... a perdição e a insanidade ... mas ...
...
você não soube me enxergar e fez congelar meu coração.
E pior ... ainda vai achar que esta carta nem é pra você ... em você ... de você ...
.
( e ainda quero sentar e tomar a cerveja do passado contigo ... pra curar este tempo que ainda arde em nós ... )
5.9.10
Parece que eu vivo de confundir as pessoas
Com estas coisas de madrugada bêbada
Parece que vivo de fantasias desatinadas com essas coisas de minha cabeça
Minha complexa cabecinha de melão
...
No amor a incompetência de toda uma vida
Na vida a competência de muito amar
É que o coração tá tumultuado
E eu nem sei sentir só sem ao outro gritar
Pra que isso?
É coisa de quem tem medo do escuro ( e ela nem sabe )
É coisa de quem tem medo de estar só ( e ela nem sabe )
De quem carrega o peso insustentável de todas as lágrimas choradas ( e ela nem sabe )
É coisa de quem amou demais e viu o mundo desabar
Identidade se esvair
E cacos de vidro estilhaçados cortarem seus próprios punhos imaginários
É coisa de quem não sabe distinguir o que é real/virutal/conto de fada
E recebe como punhaladas diárias toda uma verdade que nem quer acreditar
Dizem que é intensidade demais
Fragilidade
Loucura
...
Deve ser esta busca de conhecer não sei o que aqui dentro de mim
E depois descobrir que perdi tempo buscando o que nem se acha
E depois descobrir que estamos todos nesta barca furada que é o mundo
Com a diferença que uns metem, outros escondem
E eu deixo vulcanizar toda dor que há em mim
E eu exponho como num quadro vivo de Frida cada minutinho de gostinho de fel desta vida afetiva...viva...viva...morta!
...
( acho que nos últimos cem anos guardarei o trauma de ter amado demais, plantado errado e colhido frutos tão amargos...)
Com estas coisas de madrugada bêbada
Parece que vivo de fantasias desatinadas com essas coisas de minha cabeça
Minha complexa cabecinha de melão
...
No amor a incompetência de toda uma vida
Na vida a competência de muito amar
É que o coração tá tumultuado
E eu nem sei sentir só sem ao outro gritar
Pra que isso?
É coisa de quem tem medo do escuro ( e ela nem sabe )
É coisa de quem tem medo de estar só ( e ela nem sabe )
De quem carrega o peso insustentável de todas as lágrimas choradas ( e ela nem sabe )
É coisa de quem amou demais e viu o mundo desabar
Identidade se esvair
E cacos de vidro estilhaçados cortarem seus próprios punhos imaginários
É coisa de quem não sabe distinguir o que é real/virutal/conto de fada
E recebe como punhaladas diárias toda uma verdade que nem quer acreditar
Dizem que é intensidade demais
Fragilidade
Loucura
...
Deve ser esta busca de conhecer não sei o que aqui dentro de mim
E depois descobrir que perdi tempo buscando o que nem se acha
E depois descobrir que estamos todos nesta barca furada que é o mundo
Com a diferença que uns metem, outros escondem
E eu deixo vulcanizar toda dor que há em mim
E eu exponho como num quadro vivo de Frida cada minutinho de gostinho de fel desta vida afetiva...viva...viva...morta!
...
( acho que nos últimos cem anos guardarei o trauma de ter amado demais, plantado errado e colhido frutos tão amargos...)
Ressaca moral?
Levantar e cair
Cair e levantar
...
E o homem de Pena Roxa me disse: _ você está no caminho certo!
Acordei feliz.! Apesar dos pesares.
Cair e levantar
...
E o homem de Pena Roxa me disse: _ você está no caminho certo!
Acordei feliz.! Apesar dos pesares.
4.9.10
3.9.10
Quer saber? Tô feliz.!!
Decore, crédito,construtora, contracheque, sonho, governo, valor bruto, FGTS , amortização e blá blá blá. Eis a via crucis para se conseguir a casa própria neste país( claro, quando se é classe média baixa, alta, curta, sei lá em que “grupim” deste eu me enquadro ).
Com início lá no ano passado num dia de quinta feira de meu pai Oxóssi lindo de viver, vi um sonho abrir a porta sem nem saber direito que aquilo era mesmo sonho de minha vida.
Cara! Virei adulta! (pensei enquanto ligava pra todos os que amo e que torciam por mim)
E depois a gente senta e deixa a poesia de lado desta bestage de sonho e percebe que está fazendo uma dívida eterna, seguro de vida, conta e mais um rebanho de obrigações que fazem a gente acreditar que tamanha burocracia é para o Estado gozar de nossa cara e dizer: _ Cê é pobre porra e está em minhas mãos!!
Agora imagine uma mulher que enlouquece com dívidas mensais de pequenos reais de roupinhas, perfumes e farrinhas de fim de semana com prestações de 300 meses??
Imagine uma planilha de três folhas com trezentos mil cifrões a lhe perturbar: dívida, dívida, dívida, dívida... ...
E pensar que quando criança tudo o que eu queria era ter uma biblioteca.
Será que eu perdi minha identidade?
Que sou uma quase pequeno burguesa comendo sushi e tomando campari em noites frias conquistenses?
Como é isso da gente trabalhar para pagar as roupas de São João e Natal?
E estas anotaçõesinhas com mil números e pagamentos intermináveis?
Quer saber?
Foda-se!
Foda-se este tanto de perturbação que chamei de ideologia de estudante de história fudido e metido a revolucionário que só serviu pra me tirar a paz.
Estou é muito eufórica...muito mesmo..por ter comprado meu tormento financeiro de 25 anos...
... pra conseguir meu sonho de adulto acabei de comprar minha eterna falta de paz...
Contraditório?
Feliz!
Realizante...
Realizada!
E no outdoor colocarei:
“Quem quer casar com Dona Mariazinha que tem apartamento financiado e nenhum dinheiro na caixinha, que a CAIXA levou tudo ...”
Com início lá no ano passado num dia de quinta feira de meu pai Oxóssi lindo de viver, vi um sonho abrir a porta sem nem saber direito que aquilo era mesmo sonho de minha vida.
Cara! Virei adulta! (pensei enquanto ligava pra todos os que amo e que torciam por mim)
E depois a gente senta e deixa a poesia de lado desta bestage de sonho e percebe que está fazendo uma dívida eterna, seguro de vida, conta e mais um rebanho de obrigações que fazem a gente acreditar que tamanha burocracia é para o Estado gozar de nossa cara e dizer: _ Cê é pobre porra e está em minhas mãos!!
Agora imagine uma mulher que enlouquece com dívidas mensais de pequenos reais de roupinhas, perfumes e farrinhas de fim de semana com prestações de 300 meses??
Imagine uma planilha de três folhas com trezentos mil cifrões a lhe perturbar: dívida, dívida, dívida, dívida... ...
E pensar que quando criança tudo o que eu queria era ter uma biblioteca.
Será que eu perdi minha identidade?
Que sou uma quase pequeno burguesa comendo sushi e tomando campari em noites frias conquistenses?
Como é isso da gente trabalhar para pagar as roupas de São João e Natal?
E estas anotaçõesinhas com mil números e pagamentos intermináveis?
Quer saber?
Foda-se!
Foda-se este tanto de perturbação que chamei de ideologia de estudante de história fudido e metido a revolucionário que só serviu pra me tirar a paz.
Estou é muito eufórica...muito mesmo..por ter comprado meu tormento financeiro de 25 anos...
... pra conseguir meu sonho de adulto acabei de comprar minha eterna falta de paz...
Contraditório?
Feliz!
Realizante...
Realizada!
E no outdoor colocarei:
“Quem quer casar com Dona Mariazinha que tem apartamento financiado e nenhum dinheiro na caixinha, que a CAIXA levou tudo ...”
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