"sigo cantando, passo, compasso, passando, vivendo, sempre cantando/
assim como um pássaro que tem lá no Sertão e que se chama Sofrê, mas que também de alegria sabe cantar/
laralaiá, que alegria cantar porque sei, que a dor não tem lugar permanente no coração de ninguém..."
(Moraes Moreira)

3.1.10

"Seu silêncio me tortura, me piora e me amarra
Seu silêncio me faz acreditar que amor nem existe
Seu silêncio traz poesia amarga de fim de noite
Faz-me lembrar de uma música triste
E de todos os meus erros
Deste silêncio, amor meu...o que me resta é trabalhar a dor
em palavras fingidas de sentimentos contidos.
Do seu silêncio fica desatino meu
Fica peso nos ombros.
Do seu silêncio fica minha vontade de ser alguém melhor
...
Que eu não sou
Eu nem fui!
Mesmo te amando até sangrar
...
Até sangrar!"


E no meio do escuro ela disse:
“eu tô aqui, meu bem
até você se acalmar aí”
...

O silêncio era amor, idiota!

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